Em
língua suméria Lilith significa alento ou sopro divino. Foi a primeira Deusa a
chegar à Terra. Veio de Ophiuchus, 13ª constelação do zodíaco. Era uma amazona,
uma Deusa que detinha o conhecimento universal.
A 13ª constelação foi retirada das
constelações do zodíaco há cerca de 5 mil anos (entre as constelações de
Sagitário e Escorpião encontra-se a constelação das Deusas, das mulheres guerreiras).
Conhecida como a “Lua Negra”, “O
Lado Oculto da Lua” ou “Maga Negra”. Lilith é a Senhora da Energia Vibracional,
o lado oculto da vibração da energia da kundalini, a energia que dá vida ao ser
humano. Seu consorte foi responsável pelos ensinamentos da Árvore da vida.
Na Bíblia é representada como a
“Serpente que tentou Adão e Eva”, fazendo com que pecasse.
A analogia de “comer do fruto
proibido” foi na realidade o acesso ao discernimento do bem e do mal. Adão e
Eva tiveram a grandeza do conhecimento a partir do momento em que conheceram a
energia suprema, a energia da criação.
Não existiu pecado algum. O fruto proibido é a energia sexual, que abre
as visões, desperta os sentidos paranormais e é compartilhada com o parceiro
com quem se tem compatibilidade.
É
nesse momento em que Lilith e seu Consorte disseram: ”Já que eles têm o
conhecimento da vida, são versados no bem e no mal, poderão ser como um de nós;
então deixemos que tracem seu próprio destino”. E foi-lhes dado o livre
arbítrio.
Adão e Eva haviam sido gerados na
Terra por engenharia genética, tanto que Lilith e seu Consorte disseram:
“Façamos o homem a nossa imagem e semelhança”.
Lilith era uma mulher de beleza
fenomenal que encantava e atraía. Era uma Deusa, que não nasceu na Terra, mas
veio à Terra como parceira de Emanuel. A deusa era altamente capacitada, tinha
controle de poderes extrassensoriais que extrapolavam os limites da 3ª
dimensão. Além disso, controlava as leis universais, detinha toda a energia da
magia sexual.
A partir da mitologia suméria, o mito de
Lilith transmigrou para o judaísmo pós-bíblico como a primeira mulher de Adão,
como ele criada do pó e insuflada com o sopro divino para fundar a espécie
humana, sem que houvesse superioridade do homem sobre a mulher. Ao enfrentar a
submissão ao homem no leito nupcial teria se rebelado e abandonado Adão. Quando
Adão se uniu a Eva, Lilith lhe ensinou toda a magia sexual, que é a fonte geradora
da vida e que dá às mulheres o poder de materializar a energia criadora divina.
Essa energia sublimada gera frequências multivibracionais que ressoam em todas
as dimensões universais.
Magia sexual é a magia do amor
universal (amor neutro), que é o amor ao próximo e a si mesmo. Por vivermos num
mundo bipolarizado, Lilith semeou a ideia do amor universal, para que
pudéssemos andar lado a lado, sempre em casais e nunca sozinhos. Quando a
pessoa sente o conjunto de emoções sexuais (diversas frequências emocionais)
que se fundem formando um redemoinho, atingem esse nível, produzem energia em
espiral que sobe e desce na coluna. Esse equilíbrio é que gera a transmutação.
Quem controla essa energia vence a morte e se torna poderoso, pois alcança a
vida eterna.
Os Mensageiros de Deus viviam 2 mil
anos, na época dos patriarca começou a diminuição da idade na época de Abraão,
Moisés caiu para 700, 500 anos e hoje estamos vivendo apenas 70 anos, já que
esse conhecimento se perdeu no tempo.
Na Bíblia esse conhecimento foi
distorcido e modificado o verdadeiro significado. Lilith foi simbolizada por
uma serpente, por causa da energia de kundalini. Essa energia é representada por
duas serpentes subindo em ondas e se cruzando na coluna vertebral, como símbolo
da energia em ondas que devia ser desenvolvida. Por ser uma Deusa, em Lilith
essa energia era vista a olho nu, sempre subindo dos pés e cabeça e resplandecendo
à distância, dando a ideia de serpente.
