domingo, 10 de maio de 2015

LILITH

Este texto foi baseado nas experiências dos participantes do Projeto Portal, associação fundada pelo pesquisador e ufólogo Urandir Fernandes de Oliveira.

Em língua suméria Lilith significa alento ou sopro divino. Foi a primeira Deusa a chegar à Terra. Veio de Ophiuchus, 13ª constelação do zodíaco. Era uma amazona, uma Deusa que detinha o conhecimento universal.
            A 13ª constelação foi retirada das constelações do zodíaco há cerca de 5 mil anos (entre as constelações de Sagitário e Escorpião encontra-se a constelação das Deusas, das mulheres guerreiras).
            Conhecida como a “Lua Negra”, “O Lado Oculto da Lua” ou “Maga Negra”. Lilith é a Senhora da Energia Vibracional, o lado oculto da vibração da energia da kundalini, a energia que dá vida ao ser humano. Seu consorte foi responsável pelos ensinamentos da Árvore da vida.
            Na Bíblia é representada como a “Serpente que tentou Adão e Eva”, fazendo com que pecasse.
            A analogia de “comer do fruto proibido” foi na realidade o acesso ao discernimento do bem e do mal. Adão e Eva tiveram a grandeza do conhecimento a partir do momento em que conheceram a energia suprema, a energia da criação.  Não existiu pecado algum. O fruto proibido é a energia sexual, que abre as visões, desperta os sentidos paranormais e é compartilhada com o parceiro com quem se tem compatibilidade.
            É nesse momento em que Lilith e seu Consorte disseram: ”Já que eles têm o conhecimento da vida, são versados no bem e no mal, poderão ser como um de nós; então deixemos que tracem seu próprio destino”. E foi-lhes dado o livre arbítrio.
            Adão e Eva haviam sido gerados na Terra por engenharia genética, tanto que Lilith e seu Consorte disseram: “Façamos o homem a nossa imagem e semelhança”.
            Lilith era uma mulher de beleza fenomenal que encantava e atraía. Era uma Deusa, que não nasceu na Terra, mas veio à Terra como parceira de Emanuel. A deusa era altamente capacitada, tinha controle de poderes extrassensoriais que extrapolavam os limites da 3ª dimensão. Além disso, controlava as leis universais, detinha toda a energia da magia sexual.

            A partir da mitologia suméria, o mito de Lilith transmigrou para o judaísmo pós-bíblico como a primeira mulher de Adão, como ele criada do pó e insuflada com o sopro divino para fundar a espécie humana, sem que houvesse superioridade do homem sobre a mulher. Ao enfrentar a submissão ao homem no leito nupcial teria se rebelado e abandonado Adão. Quando Adão se uniu a Eva, Lilith lhe ensinou toda a magia sexual, que é a fonte geradora da vida e que dá às mulheres o poder de materializar a energia criadora divina. Essa energia sublimada gera frequências multivibracionais que ressoam em todas as dimensões universais. 
            Magia sexual é a magia do amor universal (amor neutro), que é o amor ao próximo e a si mesmo. Por vivermos num mundo bipolarizado, Lilith semeou a ideia do amor universal, para que pudéssemos andar lado a lado, sempre em casais e nunca sozinhos. Quando a pessoa sente o conjunto de emoções sexuais (diversas frequências emocionais) que se fundem formando um redemoinho, atingem esse nível, produzem energia em espiral que sobe e desce na coluna. Esse equilíbrio é que gera a transmutação. Quem controla essa energia vence a morte e se torna poderoso, pois alcança a vida eterna.
            Os Mensageiros de Deus viviam 2 mil anos, na época dos patriarca começou a diminuição da idade na época de Abraão, Moisés caiu para 700, 500 anos e hoje estamos vivendo apenas 70 anos, já que esse conhecimento se perdeu no tempo.
            Na Bíblia esse conhecimento foi distorcido e modificado o verdadeiro significado. Lilith foi simbolizada por uma serpente, por causa da energia de kundalini. Essa energia é representada por duas serpentes subindo em ondas e se cruzando na coluna vertebral, como símbolo da energia em ondas que devia ser desenvolvida. Por ser uma Deusa, em Lilith essa energia era vista a olho nu, sempre subindo dos pés e cabeça e resplandecendo à distância, dando a ideia de serpente.